Regenus' Domain

terça-feira, abril 25, 2006

Regenus Pax 3

-“Mas por que eu?”, perguntou assustado Regenus. Ramus olhou para Regenus meio desconcertado e soltou uma forte gargalhada. Depois, explicou:
-“Meu caro, não mentirei para você. Foi escolhido porque estava passando por aquela estrada, naquele momento. Tivesse outra pessoa passado, ela teria sido escolhida. ‘Porquê?’ é o que deve estar se perguntando, mas a resposta é bem simples: não posso fazer uma projeção permanente de mim; não teria força para tal, Helm possui um enorme poder e não conseguiria canalizá-lo por um período muito longo. Então teria que ser o primeiro que passasse por lá.

Regenus parecia um tanto surpreso e frustrado com a resposta, pois esperava haver um motivo especial para sua escolha. Tentou esconder a inquietação mental e esclarecer algumas dúvidas quanto àquilo tudo:

-“Esses lugares que mencionou anteriormente, onde ficam? Nunca ouvi falar em Faerum, Tethyr... Não posso ajudá-lo se não conseguir chegar até onde está.” Artória logo retorquiu:

-“Vê esse local onde estamos? É aqui que deve chegar.” Regenus olhou ao redor espantado. Como chegar a um lugar que pensava não existir e que apenas adornava uma das paredes de sua casa? Ramus prosseguiu:

-“Este local é uma das muitas janelas cósmicas do universo. Por elas, e com o poder apropriado, é possível ir instantaneamente a outro mundo. Diga-me, em que mundo estamos?” Perguntou suavemente.
-“Este é Primus, oitavo planeta da estrela Magna. Mas isso não deve representar nada. Basta saber que este é o lugar em que vivo.”
-“Realmente não é hora para visitas turísticas a mundos distantes. Não posso direcionar a projeção que criei na estrada. Felizmente, Helm guiou-me a um planeta onde existe uma janela, assim posso conseguir que alguém vá até Toril e me ajude a escapar”, falou Ramus com os traços de sua fé ardendo as palavras.
-“A cada minuto que passa, entendo menos essa situação”, afirmou Regenus descrente. “Ainda não sei como chegar até este lugar onde estamos. Melhor ainda, por que temos que ir a esse lugar se já estamos nele?” perguntou, em tom irônico.
-“Nada disso é real; poderíamos discutir o que é real e o que é ilusão, mas não vem ao caso. O facho de luz que o envolveu foi o próprio poder de Helm manifestado para que esse cenário fosse criado. O lugar, em sua realidade, encontra-se a oeste de onde nos encontramos. Deve ir até lá e atravessar o portal que pedirei a Helm que abra. Até lá, acompanharei sua jornada e farei com que você também possa ter o poder do Grande Guarda ao seu lado. Poderá invocá-lo apenas nas horas de perigo extremo, pois não tenho energia suficiente para transferir de onde estou.

Regenus ainda não entendia o que estava se passando. Voltou a pensar que tudo aquilo era um sonho e que, quando acordasse, estaria deitado em seu quarto novamente. Mal lhe surgiu o pensamento, notou que a paisagem ao redor se enfraquecia e seu novo companheiro com ela. Ramus apressou-se:

-“O poder está enfraquecendo, já é hora de você acordar. Não se esqueça de que agora você tem o favor de Helm, e minha esperança de salvação está contigo. Siga para o oeste. As pistas estarão no caminho...” foram as últimas palavras de Ramus, que sumiu com um grande clarão na mente de Regenus.

Nesse instante, Regenus recobra a consciência. Seu corpo ainda no chão, algumas dores ainda podia sentir pela queda que tivera antes. Avistou as estrelas e pensara ter dormido ao relento, caído de cansaço. Seu cavalo não estava mais lá. “Droga”, resmungou. Lembrou-se de Ramus e sorriu. Nunca tivera um sonho tão estranho. Levantou-se como pode, apoiando-se no chão e com as pernas ainda fracas. Passou a mão sobre o antebraço para limpar a poeira da estrada. E um sentimento de terror correu-lhe como lâmina pelo peito ao ver que havia uma marca estranha em seu antebraço, uma luva de ferro com um olho aberto...
Regenus Pax 4:50 PM | 1 introspectos |

quinta-feira, abril 20, 2006

Regenus Pax 2

Algum tempo já havia se passado. A noite caíra, mas, graças ao calor súbito da tarde, o tempo estava fresco. A leve brisa alisava os galhos dos arbustos produzindo um ruído suave. Estrelas já despontavam no céu, fiéis vigias da jornada humana. O cavalo não estava mais ali, certamente assustou-se com o clarão e fugiu. No lugar onde o Estranho estava, nada se via de sua mórbida presença. E Regenus Pax continuava deitado, imóvel. Porém, imagens e vozes despontavam em sua mente.

-"Venha até aqui, aproxime-se", disse o homem.

Nisto, Regenus Pax deu um passo à frente, ainda sem entender o que estava se passando e que lugar era aquele. O homem apresentava as mesmas feições do estranho que havia encontrado na estrada. "Será que estou em um sonho", pensou. Olhou pensativo para os pés do homem e um sobressalto foi o que conseguiu expressar ao ver que o estranho não tocava o chão. "Bem, se isso é um sonho, então qualquer coisa pode acontecer...", e confortou-se com sua percepção. A calma adquirida deu-lhe tempo para apreciar o ambiente em que se encontrava. E era muito familiar. Era a mesma paisagem do quadro em sua casa. Lá estava, em meio à planície, sentindo até o cheiro da grama e da terra; sua calma agora perturbada pela lembrança do quadro.

-"Quem é você? Por que estou aqui?", disparou.
-"Sou Ramus Artoria, de Tethyr. Ou costumava ser... Agora nada sou além de uma projeção de mim mesmo.
-"Projeção? Tethyr? Melhor ir uma coisa de cada vez"
-"Sim, meu ser está aprisionado em outro plano de existência. Graças ao poder de Helm, eu posso criar uma projeção de mim e tentar sair dessa prisão.
-"Helm? O que é isso?"
-"Helm é o Grande Guarda, o Vigilante, deus dos guardiões, da proteção e dos protetores. Sou um de seus seguidores, do templo de Tethyr. Seu poder pode ser canalizado pelos seguidores fiéis e é dessa forma que pude aparecer na estrada.
-"E como foi que te aprisionaram? E, ainda, quem fez isso?" perguntou o confuso Regenus Pax.
-"Estava investigando uma região ao sul das Montanhas Starspire, de onde tivemos notícias de que um grupo de soldados havia sido dominado por poderes ocultos e agiam contra a população, praticando escravidão e tortura às pobres almas. Infelizmente, não fui cauteloso o suficiente. Após descoberto meu esconderijo, tive que usar toda a ajuda possível de Helm para me proteger dos soldados. Suas mentes estavam completamente dominadas, nenhum poder divino empregado por mim conseguiu trazê-los de volta a este mundo. Nada eram além de zumbis. Já sem forças, acabei sendo mandado para outro plano existencial, por um necrófilo. Agora preciso de ajuda externa para me libertar e voltar para Faerum... Isso significa que você foi escolhido...
Regenus Pax 12:05 PM | 1 introspectos |

terça-feira, abril 18, 2006

Regenus Pax 1

Era uma tarde quente, um tanto incomum para a época. Porém todo o resto permanecia o mesmo. Pessoas passeavam pelo pátio, mercadores tentando empurrar produtos de qualidade duvidosa para o transeunte despercebido, crianças fazendo algazarra e correndo em volta das barracas. Regenus Pax continuava deitado, com o tempo a seu favor. Observava o céu, a evolução das nuvens e os raios solares que passavam por entre as folhas da Grande Centenária. Coçou a testa e se lembrou do compromisso que teria em breve no município vizinho. "Melhor tomar o meu rumo", pensou. Levantou-se com preguiça, esticou-se qual um felino e bateu a poeira que havia em sua túnica.

De volta a sua casa, arrumou a mochila e parou em frente a um quadro pendurado em seu quarto. Não sabia que lugar era aquele, a pintura apenas mostrava uma paisagem onde se viam alguns animais e uma construção em cima do morro. Sentia-se atraído pelo lugar, quase puxado pelo quadro. Sentiu uma vertigem, sacudiu a cabeça e voltou à realidade. Não era hora para aquilo. Tomou um copo de água e saiu. Deveria pegar a saída norte da cidade e atravessar uma grande planície. Felizmente a estrada era boa, o que diminuiria o tempo de viagem. Montou no cavalo e saiu.

Inebriado pelo balanço da montaria e pela paisagem que tomava o horizonte, sentiu-se sonolento e com o corpo amolecido. Avistou um vulto na estrada a uns 500 metros de onde estava, mas não deu importância, o sono tapeava seus sentidos. Mas o vulto se dissipara no ar. Isso fez com que sua atenção voltasse. Esfregou os olhos e certificou-se de que nada havia na estrada. Avistou algumas árvores e rochas, nada que se assemelhasse com uma pessoa. "Deve ter sido ilusão causada pelo sono", pensou. "Seu amigo aqui anda precisando ser menos preguiçoso e prestar atenção aonde vai", disse ao animal, num tom de reprovação. Ao levantar a vista, a pessoa que havia avistado ao longe estava a 2 passos dele. Assustou-se, puxou as rédeas com força, o que fez a montaria levantar e derrubá-lo de lado na estrada. Por sorte, não bateu a cabeça em algumas pedras que estavam à margem. Recuperou-se do susto e a queda foi suficiente para disparar seus pensamentos. Ninguém poderia ter aparecido tão depressa e sem fazer ruído...

Levantou-se e olhou para a figura que estava em pé, no mesmo lugar que havia aparecido antes. A queda de Regenus não foi suficiente para fazê-lo se mexer. Um pouco assutado, Regenus tentou identificar quem era o estranho. Parecia um homem forte, barba e cabelo grisalhos, não muito alto, olhar perdido no chão. Tentou aproximar-se para olhar melhor e falar com o estranho:

-"Ei, Estranho, você quase me matou! De onde você veio?"

O Estranho permanecia imóvel, sua túnica acinzentada esvoaçando ao vento. Regenus tenta outra aproximação:

-"Meu nome é Regenus Pax, estou indo ao município vizinho. Como o chamam? Viaja sozinho?", perguntou.

Nisto, o homem levantou a cabeça e olhou em direção a Regenus. Não havia qualquer sinal de emoção em sua face. Seus olhos estavam mortos. "Ajude-me..." foi o som que saiu com sofreguidão de sua boca. O estranho caiu no chão de joelhos, no rosto, uma expressão de terror e uma coluna de luz intensa envolveu seu corpo. Assustado, Regenus só conseguiu cobrir os olhos para se proteger da luz. E logo também foi engolido por uma profusão luminosa. E caiu no chão, inconsciente.
Regenus Pax 9:24 AM | 4 introspectos |

segunda-feira, abril 17, 2006

Desses dias

Inconstância... Por que isso marca tanto a minha vida? Depois de alguns dias sem escrever nada aqui, forço-me a voltar e dar continuidade ao blog. O último abandono foram de uns 4 meses. Tenho um livro em minha mesa que tem 2 semanas que não viro a página. Culpados? Foi a semana após o meu aniversário, ainda estava meio agitado com tudo o que se passava, e pela percepção de como nossa mente é capaz de nos tapear, criando uma fantasia temporal para mudar a rotina. Aniversário nada é além de uma forma de dividir o tempo, não marca nenhuma mudança na vida, porque a mudança, seja ela de que espécie, dá-se num processo contínuo. Mas eu vou parar de racionalizar o fato e viver a fantasia, pois o que seria da vida sem um pouco de fantasia?

Fantasia... é mais que um desenho de Walt Disney... é um pouco do que falta em minha vida. Sonhar mais, sonhos possíveis. Talvez ela esteja presente, só não tenho tempo de percebê-la. Talvez seja algo muito grande, tão grande que se perde no todo, sem começo nem fim. Como o céu se espalha da terra à terra. É outra coisa que eu preciso fazer mais, olhar pro céu e me perder nas núvens e nos pensamentos.

Juntando inconstância e fantasia, lembrei de uma idéia que tive, exercitar a fantasia e escrever algumas histórias sobre Regenus Pax, um personagem que tenho nos meus jogos de RPG. Pensei em escrever algo como pequenos contos, mas de antemão já deprecio o trabalho e nem começo. Se minha auto-crítica fosse menos ferrenha... Vou tentar levar isso como uma brincadeira, brincar de ser escritor. E torcer para a inconstância não me assolar novamente.
Regenus Pax 10:57 AM | 1 introspectos |

sexta-feira, abril 07, 2006

Haiku

Depois de alguns meses desativado, o serviço Haiku-a-day oferecido por David Lanoue no site http://cat.xula.edu/issa/ está disponível novamente. A quem interessar, basta se cadastrar para receber na caixa de e-mails um Haiku de Kobayashi Issa traduzido para inglês. Assim sendo, tentarei colocar um sempre que eu escrever algo aqui, com o original em japonês e uma tradução para o português. Hoje será o primeiro.

傘の下に karakasa no shita ni
しばらく shibaraku
かのこ哉 kanoko kana

lingering
under the paper umbrella...
a fawn
-Issa, 1803

Enfraquecido
sob a sombrinha de papel
um filhote
Regenus Pax 3:52 PM | 0 introspectos |

quinta-feira, abril 06, 2006

Colhendo mais um Cravo....


Como a idade chega para todos, hoje é o meu dia. Nunca me incomodei com o fato de envelhecer. Dizem que é porque eu sou novo ainda, que depois o meu pensamento muda. Sinceramente, não acredito nisso. Envelhecer é o fluxo normal das coisas, tudo acaba oxidado. Tento viver a minha idade, não esquecer das minhas responsabilidades, que, na maioria das vezes, aumentam com os anos. Não gosto de ver aqueles velhos posando de adolescentes... Pensamento retrógrado? Não sei, só não acho bonito. Essa data, para mim, nada teve de especial. No máximo, quando eu era moleque, era a época de ganhar presente... Hoje em dia eu nem me importo com isso, é um dia como outro qualquer. Se bem que eu confesso que hoje estou em ritmo de sexta-feira. Mas foi um presente que me fez repensar uma idéia que às vezes me vem à cabeça, fruto da minha "baixa-estima". Na terça-feira, depois de chagar da academia, fui para casa e a namorada do meu irmão mais novo estava lá. Nada de surpreendente. Depois que eu fui tomar banho, fui até a sala e ela tinha deixado um presente de aniversário para mim. Era uma caixa de chocolates - pois é, isso é o que acontece quando você faz aniversário bem na época da páscoa... Aquilo mexeu comigo. Não estou julgando ninguém, mas ela, que nem trabalha ainda - até porque emprego não está fácil - se deu ao trabalho de lembrar de mim e comprar uma lembrança. Logo eu, que em uma conversa no fim-de-semana havia dito que as pessoas que me conheciam não lembravam de mim como eu lembro delas...

Aqui eu peço desculpas a todas as pessoas que me conhecem pelos meus pensamentos infundados e impulsivos. Às vezes essas impressões depressivas me ocorrem...

Agradeço ao meu amigo por me mostrar na ocasião que isso eram apenas besteiras da minha cabeça. Os recados, abraços e palavras que recebi hoje vão contra o meu pensamento. A realidade é bem o contrário, ou talvez nem tanto. Porém, algumas dúvidas acabaram se infiltrando na minha cabeça: Estou eu sendo realmente justo com as pessoas que gosto? Será que estou fazendo o suficiente por eles?

Espero encontrar com alguns deles agora mais tarde na comemoração. Almocei com duas amigas muito queridas, fizemos algo diferente, algo que não faria se elas não estivessem comigo. O almoço foi ótimo, um peixe delicioso. Um dia eu aprendo a cozinhar daquele jeito. Seguiu-se um crepe gratuito da creperia vizinha ao restaurante.

O dia está sendo muito bom. Agradeço a todos pela lembrança de desculpas novamente. Para a namorada do meu irmão, um beijo e obrigado. Seu presente foi o maior de todos...
Regenus Pax 4:23 PM | 1 introspectos |

terça-feira, abril 04, 2006

Oblivion

Prazer Matinal: Nada como começar o dia dando uma bela duma buzinada na traseira de motorista retardado que não sabe sinalizar a mudança de faixa e de outra acéfala que jogou o carro em cima do meu como se eu não estivesse ali. *HONK!!!!!*

Ontem recebi uma ótima surpresa no meu e-mail. Era uma e-mail do Gamespot anunciando o lançamento de The Elder Scrolls: Oblivion. Sou fã da série, o primeiro que eu joguei foi o Daggerfall, pelos idos de 1995, não sei ao certo. Os gráficos hoje estão pra lá de ultrapassados, mas era um jogo muito completo em termos de conteúdo RPG. E tinha o adicional de conseguir botar medo ao entrar em todas aquelas catacumbas. Às vezes nem eram catacumbas, ao ar livre mesmo eu já me assustava muito. Até hoje eu lembro dum episódio engraçado que aconteceu no jogo. Estava eu andando pela catacumba, travado de medo, tentando abrir portas com máximo de cuidado para não ter nenhuma ‘surpresa desagradável’, quando eu escuto o som de uma porta se abrindo. Nunca corri tanto num jogo! Afinal de contas, eu era nível baixo! E, enquanto procurava um lugar tranqüilo pra me esconder, resolvi abrir outra porta e dei de cara com um tigre! O.o Minha única reação foi fechar a porta novamente. Só que, assim que eu fechava a porta, o Tigre abria! Sim, Tigres abriam portas!!! Fiquei naquela brincadeira de abre-fecha por uns minutos até que meu cérebro resolver voltar a si e perceber que o tigre não iria desistir porque ele era apenas um programa rodando o que havia sido codificado... Acabou que eu tentei fugir e dei de cara com um monstro maior e acabei morrendo. Mas eu adoro isso!!!! :D

A versão mais nova que tenho, Morrowind, tem os gráfico melhores e mantém o mesmo nível de tensão próprio da série. Eu estou menos covarde, os anos acabam dando um jeito nisso, mas alguns monstros são muito feios e eu vou matando eles de olho fechado. Eu sei, é patético... E nunca consegui terminar porque o jogo é muito grande e eu nunca tinha tempo pra jogar com diligência, perdia o fluxo da história e sempre acabava tendo que fazer tudo de novo.



Essa última versão, Oblivion, promete muitas novidades. E promete me dar um pouco de dor de cabeça! Com certeza vou ter que fazer upgrade no meu PC, pois os gráficos e a ambientação do jogo estão simplesmente perfeitos. Isso significa +512 RAM e Placa de vídeo GeForce FX5700... Se eu não estivesse tão duro... Mesmo assim vou tentar rodar o jogo com o hardware que possuo. O problema é me animar demais com o jogo. Isso prejudicaria a minha vida social, mas nada que não possa ser conversado depois. Ficam aí algumas cenas do jogo:


Não, isso não é um CG!

Regenus Pax 9:35 AM | 1 introspectos |